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	<title>Ecoflora &#187; Dicas</title>
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		<title>Mato Leitão – 28 anos: uma jovem colecionadora de orquídeas</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2020 23:46:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O colorido das flores sempre chamou atenção de Laiza Marieli Schorr, 18 anos, que participa do Núcleo de Orquidófilos de Venâncio Aires, Mato Leitão e Passo do Sobrado (Nova). Desde criança, a menina participa de exposições, encontros e palestras sobre o assunto. Em casa, tem...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O colorido das flores sempre chamou atenção de Laiza Marieli Schorr, 18 anos, que participa do Núcleo de Orquidófilos de Venâncio Aires, Mato Leitão e Passo do Sobrado (Nova). Desde criança, a menina participa de exposições, encontros e palestras sobre o assunto. Em casa, tem mais de 500 plantas, que são cuidadas na estufa ou estão espalhadas pelo pátio.</p>
<p>A paixão por orquídeas se dá pelo incentivo da mãe, Flávia Schorr, 46 anos, que desde jovem também as cultiva. “Ela nasceu no meio das orquídeas”, brinca Flávia. A jovem acompanhava os pais em reuniões do Nova e sempre ajudou em exposições. “Lembro que, quando tinha dia de avaliação em uma exposição, eu ia junto, pois precisam de mais pessoas e ainda levava algumas amigas para ajudar”, conta Laiza.</p>
<p>Ela ganhou uma orquídea de presente quando tinha 12 anos, e isso a marcou. “Foi a primeira que era minha e não da família.” Hoje, já está na rotina ajudar no cultivo da flor símbolo de Mato Leitão. “Temos que molhar algumas, deixar as plantas mais expostas, outras menos, e adubar. É como uma criança que cuidamos”, explica.</p>
<p>Nas exposições, a jovem gosta de organizar tudo e de olhar as plantas dos outros cultivadores. “A melhor parte é ver as pessoas se encantando com as orquídeas.”</p>
<p>Além de toda beleza que a flor oferece, Laiza cometa que o Nova possibilita muitas amizades. “Criamos vínculos, conhecemos lugares e pessoas.” Também considera que as reuniões são fundamentais para trocar experiências. “Levamos as plantas no dia do encontro mensal e ali avaliamos e nos ajudamos”, compartilha.</p>
<p>A moradora de Linha Conceição pretende seguir os passos da família, que cria vacas leiteiras, e dar continuidade ao trabalho rural. Da mesma forma, ressalta a importância de manter as tradições, como a do cultivo de orquídeas. “Muitos jovens não querem continuar por aqui ou aprender a cuidar das orquídeas. Porém essas são nossas culturas, devemos cultivar, pois não seria legal uma cidade sem o símbolo.”</p>
<p>Fonte: Folha do Mate</p>
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		<title>Casal de Xanxerê tem coleção de orquídeas com mais de 1500 mudas</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 13:42:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para o casal Jardel Horn e Naiara Marques o cuidado com as orquídeas é diário. todos os dias, após chegar do trabalho a terapia dos dois é conferir as mais de 1500 mudas de orquídeas espalhadas no quintal. são anos dedicados a essa produção e...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para o casal Jardel Horn e Naiara Marques o cuidado com as orquídeas é diário. todos os dias, após chegar do trabalho a terapia dos dois é conferir as mais de 1500 mudas de orquídeas espalhadas no quintal. são anos dedicados a essa produção e a prática do cultivo.</p>
<p>Hoje as orquídeas não são somente um hobby e estão se tornando o negócio da família. A casa do casal, localizada no Bairro Tonial já é ponto de parada de outros amantes dessas flores.</p>
<p>A orquídea é uma flor exuberante, mas também delicada. Necessita de cuidados especiais em relação a temperatura, iluminação, adubação, desde o seu plantio até a sua floração para garantir o espetáculo que somente as orquídeas proporcionam.</p>
<p>Veja a matéria completa em <a href="http://https://lancenoticias.com.br/noticia/tv-lance-casal-de-xanxere-tem-colecao-de-orquideas-com-mais-de-1500-mudas/">TV Lance</a></p>
<p>Fonte: TV Lance Notícias </p>
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		<title>Orquídeas podem ser o segredo para um repelente de mosquitos</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Feb 2020 15:58:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um novo estudo sugere que os compostos químicos presentes nas orquídeas podem ser cruciais para o futuro desenvolvimento de novos repelentes de mosquitos. Os mosquitos são animais sedentos por sangue e, como todos sabemos, os humanos são dos pratos preferidos destes insetos. Não só são...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo estudo sugere que os compostos químicos presentes nas orquídeas podem ser cruciais para o futuro desenvolvimento de novos repelentes de mosquitos.</p>
<p>Os mosquitos são animais sedentos por sangue e, como todos sabemos, os humanos são dos pratos preferidos destes insetos. Não só são incomodativos, como também podem ser perigosos, havendo sempre o risco de transmitirem doenças na altura da picada.</p>
<p>Algo que pode não saber é que apenas as fêmeas se alimentam de sangue e apenas o consomem por alguns dias das suas vidas. No resto do tempo, alimentam–se de néctar de flores, que, por sua vez, é a única fonte de alimento dos mosquitos machos.</p>
<p>Agora, de acordo com o New Atlas, uma nova investigação mostra que as flores para além de terem a capacidade de atrair mosquitos, algumas delas têm a habilidade totalmente oposta, conseguindo mesmo repeli-los. Um estudo foi publicado recentemente na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.</p>
<p>Desta forma, no futuro, armadilhas para mosquitos e repelentes podem ser feitos com base em químicos presentes em flores. Os cientistas notaram que os mosquitos mais comuns têm uma preferência especial pela espécie de orquídea Platanthera obtusata, graças ao seu odor.</p>
<p>“Muitas vezes descrevemos o odor como se fosse uma coisa”, lê-se no comunicado de imprensa, “mas o odor é na verdade uma combinação complexa de produtos químicos e os mosquitos podem detetar os tipos individuais de produtos químicos que compõem um perfume”.</p>
<p>Como tal, decidiram identificar os químicos presentes nesta espécie de orquídea, dos quais se destacam dois que não estão presentes noutras espécies. O químico nonanaldeído tinham uma maior prevalência, enquanto o aldeído lilás tinha uma menor prevalência. Além disso, o aroma era capaz de atrair tanto machos como fêmeas.</p>
<p>“O aldeído lilás pode ser um potencial repelente”, conclui Jeffrey Riffell, coautor do estudo. “Mas isso precisa de ser verificado em futuras experiências, tanto em laboratório como em campo”.</p>
<p>Fonte: zap.aeiou</p>
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		<title>As comprovadas propriedades terapêuticas das orquídeas para o bem-estar de quem as cultiva</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 18:50:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As orquídeas são seres vivos especiais, pois além da beleza única, apresentam também inúmeros benefícios para a saúde humana. Essas propriedades são resultados de seu metabolismo secundário, responsável por garantir a sobrevivência da espécie na natureza (Luz, água, temperatura, etc..) A sua beleza acalma, torna...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As orquídeas são seres vivos especiais, pois além da beleza única, apresentam também inúmeros benefícios para a saúde humana. Essas propriedades são resultados de seu metabolismo secundário, responsável por garantir a sobrevivência da espécie na natureza (Luz, água, temperatura, etc..)</p>
<p>A sua beleza acalma, torna os ambientes mais emotivos, menos estressantes, reduz sintomas depressivos. No início do tempo cristão, um médico grego chamado Dioscórides descreveu as utilidades medicinais em orquídeas. Até os dias de hoje espécies de orquídeas são usadas em terapias, seja pelo seu perfume (aroma terapia) ou pelas suas cores (cromoterapia).</p>
<p>O mais impressionante é a relação que a pessoa estabelece com suas orquídeas, uma relação de cuidado, de retorno prazeroso através de suas florações.</p>
<p>No orquidário Dorigon, são registrados muitos relatos de clientes e amigos que estabeleceram relações afetivas com suas orquídeas, as quais acabam virando suas confidentes, uma vez que passam a dedicar um tempo importante do seu dia com elas. Uma das melhores respostas dessa terapia é o combate a solidão, bem como, permitir que seu cuidador perceba a necessidade de amor e carinho que todos os seres vivos precisam, não apenas as orquídeas.</p>
<p>Na estética, os extratos são usados historicamente como rejuvenescedores. Hidrantes de grandes marcas utilizam partes de orquídeas. Na culinária também, a baunilha por exemplo é extraída do fruto da orquídea vanilla.</p>
<p>No orquidário Dorigon há inúmeras espécies, que podem ser suas e tornar seus dias agradáveis, leves e sem dúvida mais felizes. Hoje a grande tendência é além de animais de estimação também as pessoas terem orquídeas, para chamarem de suas. Já encontrou a sua?</p>
<p>Por: Elisangela Bini Dorigon (bióloga e especialista em botânica)</p>
<p>Fonte: lancenoticias</p>
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		<title>Festival de Orquídeas será em Águas de São Pedro</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2020 20:49:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quinta-feira, 23 de janeiro de 2020 O 1º Festival de Orquídeas de Águas de São Pedro (SP) acontecerá a partir desta sexta-feira (24), prosseguindo até este domingo (26), na Plataforma Central da Estância, das 9 horas às 18 horas, com entrada gratuita ao público. Parte...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta-feira, 23 de janeiro de 2020</p>
<p>O 1º Festival de Orquídeas de Águas de São Pedro (SP) acontecerá a partir desta sexta-feira (24), prosseguindo até este domingo (26), na Plataforma Central da Estância, das 9 horas às 18 horas, com entrada gratuita ao público. Parte da renda arrecadada será revertida para a Associação &#8216;Plantando Sonhos&#8217;. A entidade desenvolve projeto que estimula a Educação Ambiental e a Economia Solidária. De acordo com a organizadora do evento, Chris Colombo, do Orquidário &#8216;Recanto&#8217;, de São Carlos (SP), uma das atrações do Festival será a Orquídea Baunilha, que é de onde provém a fava que é utilizada na Culinária.<br />
&#8220;Teremos plantas trazidas diretamente do produtor com preços imbatíveis. Como por exemplo, a orquídea com cheiro de chocolate, de cereja e a famosa baunilha, entre tantas outras! Orquídeas de várias formas, cores e perfumes. Temos adubo, substrato para replante e tudo para deixar a sua orquídea mais bonita&#8221;, disse a organizadora.<br />
É uma ótima dica para quem quer curtir as férias nesta agradável Estância de clima ameno. O menor município brasileiro em extensão territorial, Águas de São Pedro fica a 183 quilômetros de São Paulo, 97 quilômetros de Campinas e 29 quilômetros de Piracicaba, e próximo às cidades Itirapina, São Pedro, Brotas, Torrinha, São Sebastião da Serra, Charqueada, Rio Claro, Santa Maria da Serra, entre outras.<br />
Tem sua Economia voltada exclusivamente ao Turismo, com diversas pousadas e hotéis com opções de lazer e relaxamento. A cidade também é famosa por suas Fontes de Águas Minerais Naturais. Neste sábado (25), às 16 horas, haverá um curso gratuito de Cultivo de Orquídeas, com o engenheiro agrônomo Marcio Vanique, do Orquidário &#8216;Recanto&#8217;, de São Carlos.</p>
<p>Fonte: Gazeta de Piracicaba </p>
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		<title>Pátio Alcântara recebe a 14ª Mostra de Orquídeas</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jan 2020 15:58:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O shopping Pátio Alcântara preparou uma exposição superespecial para celebrar o verão. Entre os dias 16 e 18 de janeiro, acontecerá a 14º Mostra de Orquídeas do Pátio. Voltada aos amantes e colecionadores da espécie e organizada em parceria com o Orquidário Binot, de Petrópolis,...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O shopping Pátio Alcântara preparou uma exposição superespecial para celebrar o verão. Entre os dias 16 e 18 de janeiro, acontecerá a 14º Mostra de Orquídeas do Pátio.</p>
<p>Voltada aos amantes e colecionadores da espécie e organizada em parceria com o Orquidário Binot, de Petrópolis, a exposição, que será realizada no 2º piso, orientará ao público sobre o cultivo das flores.</p>
<p>Além disso, também terá venda de orquídeas (a partir de R$ 10) e de outras espécies, como bromélias (a partir de R$ 10) e suculentas (a partir de R$ 5).</p>
<p>14ª Mostra de Orquídeas do Pátio Alcântara:</p>
<p>Data: 16 a 18 de janeiro</p>
<p>Horário: das 9h às 21h</p>
<p>Local: Pátio Alcântara (2º andar) &#8211; Praça Carlos Gianelli, s/n &#8211; Alcântara &#8211; São Gonçalo / RJ</p>
<p>Telefone: (21) 2602-3950</p>
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		<title>Paixão pelas orquídeas e amizades marcam os 50 anos da Abapo; conheça a história</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 14:26:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com 50 anos de história completados em 2019, a Associação Brusquense de Orquidófilos e Amadores de Plantas Ornamentais (Abapo) carrega na trajetória muitas amizades e conquistas. Hoje, são em torno de 60 associados, de Brusque, Guabiruba, Gaspar e Ilhota. O tradicional barbeiro Evelério Barg, de...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com 50 anos de história completados em 2019, a Associação Brusquense de Orquidófilos e Amadores de Plantas Ornamentais (Abapo) carrega na trajetória muitas amizades e conquistas. Hoje, são em torno de 60 associados, de Brusque, Guabiruba, Gaspar e Ilhota. </p>
<p>O tradicional barbeiro Evelério Barg, de 80 anos, participa do grupo desde o início. Ele é um dos fundadores da Abapo, criada em 15 de outubro de 1969. </p>
<p>Além dele, os sócios fundadores foram Armando Euclides Polli, Arnoldo Fischer, Abelino Bodemüller, Alice Schaefer, Adalberto Dubiella, Antônio Siegel, Ervino Sebastião Belli, Vicente Siegel, Oscar Gustavo Krieger, João Batista Knihs, Jovino Cunha, Hilário Walendowsky, Ovidio Prunner e Úrsula Rombach. Inicialmente chamada de Círculo Orquidófilo de Brusque, o nome foi mudado para o que se conhece hoje em julho de 1977. </p>
<p>Barg é participante assíduo e conta que está presente em todas as exposições. Atualmente, ele possui cerca de 1,5 mil mudas de orquídeas e tem o cultivo como hobby, o qual gosta muito.</p>
<p>Porém, a paixão pelas orquídeas começou cedo, mais precisamente quando ele tinha 13 anos de idade, em 1952. Barg foi passear em Jaraguá do Sul e a tia dele o levou para tomar café na casa de uma senhora. </p>
<p>“Ela tinha uma orquídea em cima de um xaxim com flor, no jardim. Quando vi, eu fiquei encantado. Disse para o jardineiro que ia pedir uma muda para a velha. Então, ele falou que ela ia me dar uma corrida. Aí eu disse que mais do que um não, não iria receber”, recorda. </p>
<p>Então, o jovem Barg pediu, em alemão, para que a senhora desse uma orquídea para ele e ela entregou a muda. “Não sei onde está, mas tenho ela até hoje”, diz.</p>
<p>Ele comenta que costuma entregar mudas para interessados. Aquelas orquídeas que talvez não o agrade, mas que pode ser algo incrível para quem ainda não é orquidófilo. O ato de doar pode ser um incentivo para atrair mais apaixonados pela flor.</p>
<p>Com uma boa memória com datas, o atual presidente da associação, o aposentado Pedro Lazerini, 71, conta chegou a Brusque, vindo de Rio dos Cedros, em 17 de dezembro de 1970. </p>
<p>O caminho de Lazerini se cruzou com a Abapo de forma orgânica, ele também gostava de orquídeas e participava de exposições. Mas o destaque foi quando criou amizade com o barbeiro Barg.</p>
<p>Em 1972, Lazerini recebeu uma carta da Abapo com um convite para se associar. A dedicação com a Associação foi quase instantânea. “É uma coisa que vem com a pessoa. Tem gente que, de repente, começou a cultivar uma orquídea e passou a cultivar várias”, diz.</p>
<p>Em 1974, ele foi convidado a assumir como tesoureiro, função que exerceu até 22 de julho de 2000, quando foi eleito presidente pela primeira vez. Ao recordar da história, Lazerini destaca a união entre os associados.</p>
<p>“A gente gosta, temos muitos amigos. Ser orquidófilo é uma arte de fazer amigos”, comenta. “O grupo é tudo. É uma grande família”, completa Barg.</p>
<p><strong>Recordações e tradição<br />
</strong></p>
<p>Há mais de 35 anos, o floricultor Gilmar Machado, 56, participa do grupo. Ele conta que entrou para a Abapo em 1982. Chegou na associação através do pai, que participava das exposições de orquídeas. A família também possuía uma floricultura na cidade. </p>
<p>“Aos poucos fomos visitando e colaborando. Depois de um longo tempo comecei a ajudar a organizar as exposições”, conta.</p>
<p>Nesta trajetória, Machado destaca a atuação de Armando Euclides Polli, o primeiro presidente da Associação, e Dom Vito Schlikmann, o segundo.</p>
<p>Na primeira exposição de Machado, no antigo pavilhão da Fideb, ele relembra que Schlikmann desenhava os caminhos e organizava os canteiros. “Ele me deu um giz e disse para eu riscar o chão, que eu iria começar as decorações. Não lembro o ano, mas dali pra frente eu que fiz os desenhos das ornamentações, decorações e os layouts das exposições”, relata.</p>
<p>O apoio mútuo acompanha os associados. Machado conta que o grupo gosta de compartilhar sobre o crescimento das flores. “Para mim foi uma escola, fomos aprendendo bastantes e é cada vez mais uma família”, diz.</p>
<p><strong>Presidentes na história<br />
</strong></p>
<p>Em 1969, Armando Polli foi eleito o primeiro presidente da Abapo. Após ele, oito nomes assumiram a função. Lazerini é um deles, que esteve à frente do cargo entre 2001 e dezembro de 2006 e voltou a assumir a posição em 2018.</p>
<p>Até 2006, a eleição era anual. Como estava sendo reeleito todos os anos, Lazerini passou a discordar da situação, pois acreditava que precisava incentivar a renovação. Para isso, mudou o estatuto da associação com o apoio de ex-promotor João José Leal.</p>
<p>“A partir daí, mudou o mandato para dois anos podendo ser reeleito uma vez só. Isso vai até hoje e está dando certo”, conta.</p>
<p>Durante a história, Polli ficou na presidência da Abapo até 1976. Em seguida, foi eleito o Dom Vito Schlikmann, que ficou no cargo de 1977 a 1985; em sequência foi Januário Pehnk, em 1986; não há registros sobre quem esteve na presidência em 1987; Evilério Barg assumiu em 1988; também não há registros de 1989 e 1990; Rosalva T. K. Hoefelmann foi eleita em 1991; Evilério Barg, em 1992; Gilmar Machado, de 1993 a 2000; Pedro Lazerini, de 2000 a 2006, João Carminatti, de 2007 a 2010; Roberto Kohler, em 2011 e 2012; João Carminatti, em 2013 e 2014; Gilmar Machado, de 2015 a 2018; e Pedro Lazerini de dezembro de 2018 até hoje.  </p>
<p><strong>Conquistas com o tempo<br />
</strong></p>
<p>Quando ingressou na Abapo, Lazerini cultivava a orquídea Laelia purpurata. Essa flor, em específico, tornou-se símbolo de Santa Catarina, após sanção de lei pelo então governador Esperidião Amin, em 1983.</p>
<p>“Foi um trabalho em conjunto, que começou bem antes, com a Abapo e outras cidades”, recorda. </p>
<p>Além deste momento icônico, o atual presidente também destaca a sede da Abapo dentre muitas conquistas. A construção fica na rua Elisabetha Scharf Groh, nº 260, no Rio Branco.<br />
Ele conta que para que existisse esse local, foi feita a compra de um terreno, com a ajuda de Ingo Volkmann, e a criação de uma rifa. Em 2006, o terreno estava pago e Carminatti, presidente eleito naquele ano, começou a construção da sede. </p>
<p>Dentre outro momentos importantes, Barg também recorda do grupo ter se reunido e semeado 30 milhões de sementes de orquídeas na ilha de Porto Belo, porém não lembra da data. </p>
<p><strong>Encontros e exposições<br />
</strong></p>
<p>Segundo registros da Abapo, a primeira exposição de orquídeas de Brusque foi realizada de 12 a 15 de novembro de 1960, no Clube Atlético Carlos Renaux. Na idealização deste evento estavam Marga Helga Erbe Kamp, Guinther Hoffmann, Lilly Archinger e Armando Polli.</p>
<p>De acordo com Barg, após isso, ele e um grupo de amigos chegou a organizar uma pequena exposição, em 11 de novembro de 1968, no Clube Atlético Carlos Renaux. Este grupo originou a Abapo um ano depois. “Começamos a nos reunir na Associação Comercial de Brusque (hoje Associação Empresarial de Brusque, a Acibr). O senhor Carlos Renaux, o Calinho, cedeu os escritórios dele para as reuniões”, recorda.</p>
<p>Assim, a primeira exposição feita pela associação, na época ainda com nome de Círculo Orquidófilo de Brusque, foi entre 14 e 17 de novembro de 1969.</p>
<p>O público desta primeira exposição foi de 924 visitantes, registrado em livro. O primeiro vencedor foi João Batista Knihs, com uma Laelia purpurata purpúrea; e, em segundo lugar, Armando Polli foi premiado com uma medalha, também com uma Laelia purpurata. </p>
<p>Lazerini explica que para este tipo de orquídea são encontradas 28 variedades. Normalmente nas competições, durante as exposições, um júri avalia as flores. Para cada uma das variedades, é feita a premiação de primeiro ao terceiro lugar. Depois, todos os 28 primeiros lugares disputam uma premiação final.<br />
Atualmente, ocorrem três exposições ao ano: em março acontece a exposição de orquídeas Labiatas como destaque; em setembro, exposição de intermédias como destaque; em novembro, a Laelia purpurata como destaque. </p>
<p><strong>Como participar da Abapo<br />
</strong></p>
<p>Para entrar na associação, é preciso participar de três meses de reuniões, para ver se o interesse se mantém. </p>
<p>A principal condição, no estatuto, é que a pessoa seja colecionadora de orquídeas, cactos, bromélias, bonsai ou plantas ornamentais. Essa exigência é para evitar a entrada de pessoas que não cultivem o interesse pelas plantas.</p>
<p>A partir daí, caso a pessoa interessada decidir ficar, é estipulada uma jóia, que é um valor em dinheiro de R$ 500. Com o pagamento desse valor, o associado fica responsável em manter uma anuidade de R$ 100. </p>
<p>O auxílio financeiro é utilizado para manter a sede, além de cursos e palestras sobre orquídeas e para comemorações, que acontecem com frequência.</p>
<p>Fonte: O Município</p>
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		<title>Recreio Shopping recebe Exposição de Orquídeas</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Oct 2019 17:24:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Recreio Shopping estará ainda mais florido, perfumado e cheio de vida durante os dias 1º a 3 de novembro. Os apaixonados por plantas, flores e pelo verde vão poder aproveitar a Exposição de Orquídeas com diversas espécies cultivadas em Petrópolis, onde fica a sede do Orquidário Binot,...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #222222;">O</span><strong style="color: #222222;"> Recreio Shopping </strong><span style="color: #222222;">estará ainda mais florido, perfumado e cheio de vida durante os dias 1º a 3 de novembro. Os apaixonados por plantas, flores e pelo verde vão poder aproveitar a Exposição de Orquídeas com diversas espécies cultivadas em Petrópolis, onde fica a sede do </span><strong style="color: #222222;">Orquidário Binot</strong><span style="color: #222222;">, realizador do evento. Mais de 150 espécies da planta, incluindo tipos raros com cores exuberantes e formas encantadoras expostas para serem apreciadas e adquiridas pelo público.</span></p>
<p><span style="color: #222222;">O evento reunirá espécies raras de orquídeas e flores exóticas, mudas, cachepôs, adubos, substratos e diversos acessórios voltados para o plantio e cultivo das plantas.  Entre as espécies de orquídeas estão a popular Cattleya, várias espécies de Dendrobiuns, conhecida como olhos de boneca, a Phalaenopsis, orquídea borboleta, a Cymbidium, que é muito usada nas decorações, e a oncidium ou Chuva de Ouro, como é chamada no Brasil. Bromélias, suculentas e cactos também estarão expostas. Além da exposição, as flores também estarão disponíveis para venda com valores especiais, a partir de R$ 5,00.</span></p>
<p>A feira acontecerá no 2º piso, em frente ao cinema, das 10h às 22h sexta e sábado, 13h às 21h no domingo. O evento terá visitação gratuita e vai trazer a beleza de mais de 150 espécies de plantas, além de uma equipe de profissionais do Orquidário que presta um atendimento de excelência orientando os clientes sobre os cuidados e cultivo das plantas.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<strong>Exposição de Orquídeas no Recreio Shopping</strong><br />
Endereço: Avenida das Américas, 19.019 – Recreio dos Bandeirantes<br />
Local: 2º piso – em frente ao cinema<br />
Data: 1º a 3/11 – de sexta a domingo<br />
Horário: Sexta e sábado, das 10h às 22h | Domingo, das 13h às 21h<br />
Informações: (21) 3906-3246 ou <a style="color: #ec1b30;" href="http://www.recreioshopping.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.recreioshopping.com.br</a></p>
<p>Fonte: diariodoRio.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>DRACULA SIMIA: A ORQUÍDEA EM FORMA DE MACACO</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Sep 2019 19:43:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Dracula simia, a “orquídea-macaco”. Trata-se de uma espécie particular de orquídea cuja coroa, combinada com os pistilos e a coloração particular das pétalas, parece dar forma ao que se assemelha muito à cara engraçada de um pequeno macaco. É considerada uma flor muito rara, tanto...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dracula simia, a “orquídea-macaco”. Trata-se de uma espécie particular de orquídea cuja coroa, combinada com os pistilos e a coloração particular das pétalas, parece dar forma ao que se assemelha muito à cara engraçada de um pequeno macaco.</p>
<p>É considerada uma flor muito rara, tanto que poucas pessoas, até hoje, tiveram a sorte de poder admirá-la viva. Ainda assim, a partir de fotos simples, a orquídea-macaco só pode despertar curiosidade e simpatia.</p>
<p>Seu habitat natural são as florestas do Equador e do Peru, localizadas em áreas montanhosas, a uma altitude entre 1000 e 2000 metros. Graças a alguns sortudos que tiveram a oportunidade de admirar e fotografar esta bela e extraordinária flor, temos a oportunidade de observar uma série de imagens que a retratam, através das quais é possível ver a &#8220;cara&#8221; típica desta orquídea peculiar.</p>
<p>Mesmo o nome científico desta flor é particular: Dracula simia. De fato, são duas as semelhanças: uma é a já mencionada cara de macaco. Mas, para outros, ela se pareceria mais com o protagonista da história mais famosa da Transilvânia. Suas sépalas características realmente lembrariam os dentes afiados de Drácula. O nome científico foi escolhido em 1978, pelo botânico Luer.</p>
<p>A orquídea faz parte de uma família composta por mais de 120 espécies, a maioria originárias do Equador. Localizada nas montanhas, a orquídea-macaco pode florescer em qualquer época do ano, sem nenhuma preferência relacionada à sucessão das estações do ano. Seu perfume lembraria a fragrância emitida por uma laranja madura. A orquídea-macaco pode ser cultivada eventualmente, desde que os devidos cuidados, comuns a outras flores de sua espécie, sejam observados. Para que possa florescer, ela deve ser mantida em locais frescos e com sombra.</p>
<p><a href="http://www.ecoflora.com.br/wp-content/uploads/orquídea-macaco-1.jpg"><img class="aligncenter wp-image-3987 size-full" src="http://www.ecoflora.com.br/wp-content/uploads/orquídea-macaco-1.jpg" alt="orquídea-macaco-1" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Se, olhando as imagens, você não notar imediatamente uma certa semelhança entre a orquídea e a cara de um macaco, tente se afastar um pouco da tela. Vista de certa distância, essa semelhança é certamente ainda mais evidente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: greenMe</p>
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		<title>Espécie inédita de orquídea no Ceará tem primeiro registro na Serra de Uruburetama</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Sep 2019 19:39:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Era difícil acreditar que uma orquídea da espécie Trigonidium Acuminatum pudesse ser encontrada no estado do Ceará. Isso porque poucas regiões do estado oferecem condições adequadas para o surgimento da planta. Mas, foi em uma expedição pela Serra de Uruburetama que pesquisadores, naturalistas e fotógrafos...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Era difícil acreditar que uma orquídea da espécie Trigonidium Acuminatum pudesse ser encontrada no estado do Ceará. Isso porque poucas regiões do estado oferecem condições adequadas para o surgimento da planta. Mas, foi em uma expedição pela Serra de Uruburetama que pesquisadores, naturalistas e fotógrafos registraram, pela primeira vez, a presença da espécie em solo cearense. &#8220;Não é que ela seja rara, ela ocorre em outros estados. Para essa região é um registro interessante, porque não tinha nenhuma ideia que ela ocorresse por aqui&#8221;, reforça o pesquisador e naturalista presente na expedição, Roberto Otoch.</p>
<p>Ainda sem nome popular no estado, uma das hipóteses para justificar sua permanência na serra é o pouco interesse humano pela espécie, já que ela não apresenta características comuns a outras plantas da família. &#8220;O pessoal nem pensa que ela é orquídea. Na Serra de Uruburetama chamavam ela de parasita. Mas, não tem nada a ver. Ela não é uma planta parasita. Orquídea nenhuma é parasita&#8221;, alerta Otoch. </p>
<p>Pequena e delicada, o nome Trigonidium faz referência à posição das suas pétalas, que acabam por formar um triângulo. Algumas delas podem ser bastante perfumadas e são de fácil cultivo em regiões que a favorecem. Ainda assim, ela não é uma espécie que interessa aos orquidários, segundo o pesquisador. &#8220;A importância dela é mais pelo registro da espécie. Ela não é uma orquídea que chama atenção e nem é despertada pelos traficantes, porque ela não tem beleza. As flores são muito pequenininhas&#8221;, conta Otoch. </p>
<p>Roberto também faz parte da Associação dos Orquidófilos do Ceará. A equipe está catalogando a fauna e a flora do estado do estado. &#8220;A gente já tem um estudo bem extenso e completo. Isso vai para o catálogo de dados&#8221;, explica. Somente Uruburetama, por exemplo, abriga entre 60 e 65 espécies de orquídeas das 105 já registradas em todo o Ceará.</p>
<p>A Serra de Uruburetama, assim como outras serras do estado (Baturité, Ibiapaba, Maranguape, Aratanha), têm uma importância evolutiva enorme, conforme Roberto. &#8220;São testemunhas de que um dia e Amazônia chegou aqui, a floresta do Brasil central e a Mata Atlântica. Porque nessas nossas florestas, está tudo misturado&#8221;. Em termos de evolução de espécie, a Serra de Uruburetama é uma das mais importantes para o Estado. </p>
<p>Mesmo assim, a região conhecida como &#8220;Mãe da Rainha das Orquídeas&#8221;, não possui nenhuma Área de Proteção Ambiental (APA). Os pesquisadores e moradores da região vêm, há algum tempo, solicitando esse reforço para a serra. Em 2018, a secretaria do Meio Ambiente do Estado do Ceará havia demonstrado interesse em construir uma APA na serra, mas o projeto ainda não saiu do papel.</p>
<p>Conforme o naturalista Roberto Otoch, um dos principais fatores que ameaçam a vegetação da Serra de Uruburetama é o cultivo desenfreado de bananas. &#8220;Uruburetama foi massacrada por uma ação de falta de planejamento de culturas não apropriadas. Tomaram a serra toda de bananeira e os fragmentos florestais restantes são tão pequenos que não estão garantindo a sobrevivência da fauna. A flora também já está sofrendo muito, porque fauna e flora andam juntas&#8221;, argumenta. </p>
<p>A serra também abriga uma das principais espécies de orquídeas, a Cattleya labiata, que faz a região ser conhecida internacionalmente. Ao O POVO Online, Otoch comentou se surpreender ao ainda encontrar variadas espécies na serra que já perdeu 80% da sua cobertura florestal original devido à exploração desordenada do cultivo de bananas. &#8220;Lá a situação é séria. É muito mais grave do que se imagina.&#8221;, finaliza. Para o pesquisador, registrar uma nova espécie nesse local em que a vegetação sobrevive a &#8220;duras penas&#8221;, como ele mesmo coloca, é de extrema importância para o Ceará.</p>
<p>Fonte: OPOVO</p>
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